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sábado, 8 de junho de 2013

Livro "La Frondeuse" rende indenização por danos morais para a Primeira-Dama francesa



Os autores e o editor do livro "La Frondeuse" ("A Rebelde"), uma biografia não-autorizada de Valérie Trierweiler (foto) companheira do presidente francês François Hollande, foram condenados nesta quarta-feira a pagar 10 mil euros em indenização por danos morais, indicou o advogado da editora, Olivier Pardo.

O tribunal criminal de Paris também condenou a revista Point de Vue e um dos autores do livro, o jornalista Christophe Jakubyszyn, a pagar 3 mil euros em indenização a Valérie Trierweiler por uma entrevista concedida à revista pelo jornalista.

O montante dessas indenizações será doado à caridade, informou a primeira-dama da França.

Por razões processuais, a ação movida por Trierweiler por difamação será julgada posteriormente.

Valérie Trierweiler apresentou uma ação em outubro passado contra os dois autores de "La Frondeuse", Christophe Jakubyszyn e Alix Bouilhaguet, e contra o editor do livro, Yves Derai (editora du Moment).

Ela pediu um total de 85 mil euros em indenização, 40 mil dos quais por invasão de privacidade, 40 mil por difamação e 5 mil para as despesas legais.

Sua advogada explicou que "o caráter das declarações dos autores, somadas aos rumores não confirmados e maliciosos destinados a sujar a sua imagem e a de seus parentes, levaram Valérie Trierweiler a tomar essa decisão".

Fonte: France Press e Portal G1

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Em defesa da África: Primeira-Dama francesa defende vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo


A primeira-dama da França, Valérie Trierweiler, pediu nesta quinta-feira que a comunidade internacional se comprometa de maneira firme na luta contra a violência sexual na República Democrática do Congo (RDC), durante a sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em Genebra.

Diante de embaixadores de países ocidentais e africanos, a companheira do presidente François Hollande pediu que durante a próxima sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que será realizada em setembro, seja adotada uma resolução para acabar com a impunidade.

Desde 2012, a violência sexual contra as mulheres aumentou de forma preocupante na República Democrática do Congo, onde o estupro é utilizado como arma de guerra.

Fonte: Agência AFP/Portal Terra
Título original da matéria: Primeira-dama francesa defende vítimas de violência sexual na RD Congo